O nome do livro é “A
mala de Hana”, de Karel Levine. Eu me interessei por esse livro,
pois estava curiosa para descobrir como era a vida no Holocausto.
O livro conta sobre
Hana, uma menina que vivia na Tchescoslováquia com seu pai, sua mãe
e seu irmão George, mas o problema é que eles eram judeus, então a
liberdade de sua família acabou com a entrada das tropas de Hitler.
Por conta disso seus pais foram presos, Hana e George foram levados
para um campo de concentração militar, em Theresienstadt, onde
pegaram caminhos diferentes e se separaram.
Depois de um tempo
George foi levado a outro campo, em Auschwitz, e então Hana ficou
sozinha por dois anos, até que foi levada para lá também. Ao
chegar lá, toda arrumada para ver seu irmão, foi arrastada para uma
câmara de gás, onde foi morta.
No decorrer da
história, meio século depois, uma japonesa que trabalha no Museu do
Holocausto, Fumiko, tenta descobrir quem é Hana junto a um grupo de
crianças. No final, Fumiko e as crianças descobrem sua história
através de várias investigações. E com isso Fumiko cria uma
exposição sobre a vida no período do holocausto conhecida
mundialmente, e considerada uma das melhores exposições do mundo,
onde a coisa que mais chama a atenção das pessoas que vão
visitá-la é a Mala de Hana.
Eu achei esse livro
meio triste no final, por conta de Hana ter morrido, mas eu adorei,
foi muito bom lê-lo. Esse livro me mostrou o quão ruim era a vida
dos judeus no período do holocausto, e também o como eles se
viravam no campo de concentração, com atividades como aulas de
desenho, de música, dentre outras. Eu amei ver os desenhos que a
Hana fazia.
O livro em minha
opinião é altamente recomendável.

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